sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A Última Ressaca do Ano, de Josh Gordon e Will Speck


1h 45min – Comédia – 2016
Com Jason Bateman, Olivia Munn e Jennifer Aniston.


Por Julie Nunes


Dentro da comédia existem algumas vertentes que tornam o gênero vasto e em meio as opções há o besteirol, conhecido e popular, este talvez seja o mais procurado pelo grande público. “A Última Ressaca do Ano” corresponde a representação fiel de todos os elementos presentes e característicos em um filme desse estilo, mas felizmente, possui facetas que fazem da obra um pouco acima da média.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Tamo Junto, de Matheus Souza


1h 30min - Comédia – 2016
Com Leandro Soares, Sophie Charlotte e Matheus Souza.


Por Pedro Amaro


O diretor carioca, Matheus Souza (de “Apenas o Fim”), possui uma habilidade visível para construção de roteiro. Seu estilo principal são os diálogos. Com referências a cultura pop, frustações profissionais e retratação da geração Y, Matheus realiza o seu terceiro longa-metragem. Nós acompanhamos a nova vida (que não será tão boa assim) de Felipe (Leandro Soares), ao terminar com sua namorada e perceber que o único que poderá contar é o Paulo Ricardo (o próprio Matheus Souza), seu amigo de infância.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Chegada, de Denis Villeneuve.


1h 56min – Sci-Fi / Drama - 2016
Com Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker


Por Julie Nunes


O que nossa forma de comunicação diz sobre nós mesmos? Ou melhor, o que estamos deixando de entender e dizer sobre nós mesmos nos comunicando de forma tão diligente? A compreensão de uma mensagem não devia ser tão subestimada e talvez por isso os avanços tecnológicos e científicos que vivemos sejam tão fugazes quanto realmente pequenos, sabemos tanto e ao mesmo tempo quase nada. No longa “A Chegada” somos apresentados a linguista Louise Banks ( Amy Adams) que é convocada para desenvolver diálogo com alienígenas em solo americano, que também se instalaram em diversos pontos do planeta. Louise e seu companheiro cientista Ian Donnelly ( Jeremy Renner) fazem diversas incursões ao monolito - que abriga os seres - na tentativa de realizar alguma comunicação, contudo, sua forma de expressão não verbal os obriga a traçar paralelos visuais que se tornam um campo amplo e um tanto ambíguo, porém, nem todos os países parecem ter o mesmo cuidado e serenidade que a linguista tenta exercer.

domingo, 20 de novembro de 2016

BR 716, de Domingos de Oliveira.


1h 25min – Drama – 2016
Com Caio Blat, Sophie Charlotte, Gabriel Antunes

Por Julie Nunes

“ Não sou eu que tenho que parar de chorar, são vocês que tem que tirar as máscaras e chorar comigo”.  Esse trecho é retirado do mais novo longa de Domingos Oliveira, “BR716”, é um dos muitos que descrevem a persona que protagoniza o filme, fazendo a vez do próprio Domingos. A obra é uma ferramenta de transporte no tempo para a década de sessenta, pouco antes do golpe militar eclodir no Brasil, com um filtro bucólico aplicado em seus personagens e , claro, no seu cenário principal Copacabana. Contando a trajetória amorosa de Felipe (Caio Blat) e suas crises emocionais, de causas externas e internas, revela na verdade uma saudosa forma de revisitar o passado e de certa forma fazer as pazes com tudo que foi e também com o que deixou de ser, um retorno explícito dito nos seus primeiros planos e reafirmado no seu final.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Animais Fantásticos e Onde Habitam, de David Yates.


2h 13min – Fantasia – 2016

Com Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Dan Fogler e Ezra Miller.


Por Pedro Amaro



Eu tinha 11 anos (por aí) quando assisti o primeiro Harry Potter. Adorei, mas até hoje acho uma história fraca. Diria até fraquíssima. Mas devo repetir: eu ADORO a saga. O que me marcou foi a força do elenco. Os garotos são apaixonantes, inocentes e adoráveis, os adultos são fortes e profundos. Para mim, esse foi o segredo. Nunca me interessou se eles iriam ou não conseguir vencer Voldemort. Eu estava mais interessado em saber de seu dia-a-dia. A vida deles era mais interessante que a minha (na verdade, mais do que muitos jovens).

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Fim do Processo Seletivo!



Finalmente chegamos ao fim da seleção!


Foi um processo um tanto longo. Recebemos um pouco mais de 30 textos.
Agradecemos imensamente aos interessados. Infelizmente, muita gente talentosa ficou de fora.
Decidimos os escolhidos devido aos mais variados fatores (localidade, disponibilidade, experiência e etc).

Um Estado de Liberdade, de Gary Ross.



2h 19min – Biografia / Drama – 2016
Com Matthew McConaughey, Gugu Mbatha-Raw, Mahershala Ali


Por Julie Nunes


Em alguns períodos históricos foram necessárias situações extremas, tais como as guerras, para que algumas convenções sociais se tornassem mais nítidas e o que parecia natural, até mesmo inquestionável, se revelasse como uma engrenagem dentro de um sistema de privilégios para uma parte da sociedade. “ Um Estado de Liberdade”  tem sua trama narrada durante a Guerra de Secessão contando a história do militar Newton Knight (Matthew McConaughey) que ao ver a morte de seu jovem sobrinho (Jacob Lofland) percebe que os ideais pelos quais está lutando não são verdadeiramente os seus, ao decidir levar o corpo do sobrinho para casa Knight se torna um desertor. Ao chegar em casa se depara com a difícil realidade das mulheres e crianças, inclusive sua esposa (Keri Russel) e seu filho, que estão desamparadas e tendo constantemente seus bens desapropriados pelos confederados para suprir as necessidades dos soldados. Por algumas vezes Knight chega a defender as famílias mas – por ser um desertor- é um foragido e sua esposa não o deseja mais por perto por saber que a presença dele representaria perigo, o que o faz fugir e acabar sendo acolhido por um grupo de escravos fugidos.